Satsanga é a companhia daquilo que é verdadeiro. A palavra reúne sat, aquilo que permanece, e saṅga, companhia. Não é uma aula nem uma palestra, é o encontro em que um tema da prática é aberto em voz alta, na presença de quem pratica.
Encontros de quinze a trinta minutos, abertos a qualquer pessoa que tenha o aplicativo. Um tema aberto para ser reconhecido no próprio corpo, sem custo e sem condição.
Os mesmos temas com o tempo que eles pedem. Teoria desenvolvida, os mal-entendidos corrigidos, e o trabalho de energia ou de meditação conduzido do começo ao fim.
Três ou quatro aulas gravadas que se sustentam umas nas outras, com material de apoio em PDF. Um curso constrói uma capacidade, não resolve um tema.
Um satsanga abre uma porta em vinte minutos. Ele apresenta o princípio, nomeia a confusão mais comum e deixa uma primeira experiência acontecer. É livre porque a porta precisa estar aberta.
Um workshop atravessa a porta. O assunto é o mesmo, e a extensão é outra. Onde a fala curta apresenta um princípio, o workshop mostra a mecânica, percorre as fontes com calma e conduz a prática inteira, com o tempo necessário para que o corpo assimile em vez de apenas acompanhar.
Um curso constrói uma capacidade. A diferença está na dependência entre as aulas. A segunda só faz sentido depois da primeira, porque trabalha exatamente aquilo que a primeira tornou visível.
Nada aqui pretende substituir a prática semanal. O que estes encontros oferecem é o mapa, e o mapa costuma valer mais depois que o caminho já começou.